Parece aquela conversa de pessoas nostálgicas, onde tudo “naquele tempo é que era bom”.
Mas estou começando a acreditar que não é o caso e que o sol está, sim, mais impiedoso em nossos dias.

Até o início dos anos 20, ter a pele bronzeada não carregava o status de hoje, que lembra saúde, férias e diversão. Pelo contrário. O bronze da pele era atributo apenas dos trabalhadores rurais.
Depois da Revolução Industrial, a coisa mudou completamente de figura! Agora, trancafiados em linhas de produção e escritórios, aqueles que exibiam a pele bronzeada eram os afortunados que podiam passar os finais de semana em casas de campo ou na praia e eram, por assim dizer, a nata da sociedade. Aquela que dispunha de algo precioso: tempo de lazer.
Data desse período – e da contribuição de Coco Chanel e seu amor pela Côte D’Azur – o surgimento das primeiras coleções de beachwear e dos óleos bronzeadores.
Muitas décadas, um buraco na Camada de Ozônio e uma carga imensa de radiação solar depois, o bronzeado hoje é visto sob vários ângulos. Continua sendo admirado e desejado, mas ganhou um aliado de peso, o fator de proteção solar. Pegar uma cor pode, desde que com responsabilidade.
Usar protetores solares atualmente não é mais uma questão de beleza, mas de hábito saudável de vida. São tantos os problemas climáticos que alteraram a forma como os raios solares incidem na Terra, que a única certeza é a de que agora o filtro é item indispensável, mesmo no inverno ou em ambientes com luz artificial.
A melhor parte dessa história é que nunca houve tantas opções para proteção e bronzeamento da pele. Clique nos links e conheça o que há de mais novo nas categorias:
Bloqueadores – acima de FPS30, os Gladiadores do título
Diquinha:
Tão importante quanto usar protetor quando se expor ao sol é reaplicá-lo regularmente. Nada de preguiça.
De hora em hora, dê uma conferida, tire a areia ou suor do corpo com uma toalha úmida e reaplique seu produto. Você vai pegar uma cor muito mais bonita e ficará longe de possíveis problemas dermatológicos como excesso de sardas, melasmas e câncer de pele, depois.






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